 
Flexi-Seal® Sistema de Controle da Incontinência Fecal
Apresentação
Este kit contém: - um conjunto de cateter de silicone;
- uma seringa de 60 ml do tipo luer-lock;
- três bolsas coletoras de 1 litro com tampa.
As bolsas coletoras são também vendidas separadamente para uso exclusivo com Flexi-Seal® Sistema de Controle da Incontinência Fecal, em embalagens com 10 unidades.
| Código | Apresentação | Unidades por Caixa |
1237271 | Kit | 1 | | 1237270 | Bolsas (1000 ml) | 10 |
Descrição do produto
Flexi-Seal® Sistema de Controle da Incontinência Fecal contém 1 conjunto de cateter de silicone maleável, 1 seringa e 3 bolsas coletoras. (Figura 1)
- Dispositivo para Irrigação do Cateter
- Dispositivo para Inflar o Balão
- Balão de Retenção de Baixa Pressão
- Linha Indicadora de Posição
- Cateter de Silicone
- Tira para Pendurar
- Conector
- Seringa de 60 ml do tipo Luer-Lock
- Bolsa Coletora com Tampa Integrada.
|  Figura 1
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 Figura 2
| O cateter de silicone maleável é inserido no reto para controle da incontinência fecal, controlando e desviando o excreta fecal, a fim de proteger a pele do paciente e manter a roupa de cama limpa. Há um balão de retenção de baixa pressão em uma das extremidades e um conector para fixação da bolsa coletora na outra extremidade. (Figura 2) |  Figura 3
| Dois tubos pequenos encontram-se afixados ao cateter de silicone. Um tubo com a inscrição "45 ml" é utilizado para inflar o balão de retenção após inserção do dispositivo no reto do paciente. Outro tubo, com a inscrição "IRRIG.", é utilizado para enxaguar o dispositivo, se necessário. (Figura 3) |
Indicações
Para o controle da incontinência fecal de pacientes com pouco ou nenhum controle intestinal e fezes líquidas ou semilíquidas.
Contra - Indicações
1. Este produto não é destinado ao uso: - durante mais de 29 dias consecutivos
- por pacientes pediátricos
2. Flexi-Seal® Sistema de Controle da Incontinência Fecal não deve ser usado por indivíduos que:
- sejam sensíveis ou tenham apresentado reação alérgica a qualquer dos componentes do kittenham sido submetidos a cirurgia na parte inferior do intestino grosso ou no reto no último ano
- apresentem qualquer lesão no reto ou no ânus
- apresentem estreitamento ou estenose retal ou anal grave (o reto distal não é capaz de acomodar o balão quando inflado)
- apresentem suspeita ou confirmação de comprometimento da mucosa retal, como, porexemplo, proctite grave, proctite isquêmica, ulcerações na mucosa
- apresentem tumor retal/ anal confirmado
- apresentem hemorróida grave
- apresentem fecaloma
Precauções e Observações
1. É necessária muita atenção ao utilizar o dispositivo em pacientes com condições inflamatóriasintestinais. O médico deve determinar o grau e o local da inflamação no cólon/ reto antes deconsiderar a utilização deste dispositivo por pacientes com tais condições.
2. Prevê-se um pouco de umidade ou escoamento em volta do cateter. Para evitar irritação dapele, inicie um protocolo institucional apropriado de cuidados com a pele. A pele deve nomínimo ser mantida limpa, seca e protegida com um produto que proporcione barreira contraumidade. Pacientes com músculo do esfíncter muito fraco podem não ser capazes de manter odispositivo no lugar e podem apresentar maior vazamento de fezes.
3. Fezes sólidas ou pastosas não passam pelo cateter e obstruirão a abertura. O uso do dispositivonão é indicado em caso de fezes sólidas ou pastosas.
4. Se o cateter ficar obstruído com partículas sólidas, pode ser enxaguado com água (veja "Irrigação do dispositivo"). Se a obstrução do cateter ocorrer por causa de fezes sólidas, ouso do dispositivo deve ser interrompido.
5. Para evitar lesões ao paciente, não introduza nada no canal anal enquanto este dispositivoestiver inserido no local (ex., termômetro, supositórios, etc). Remova o dispositivo antes deinserir qualquer terapia no canal anal.
6. Informe o médico se qualquer das seguintes situações ocorrer: - dor retal persistente
- sangramento retal
- distensão abdominal
7. Se o controle intestinal, a consistência e a freqüência das fezes do paciente começar a voltar aonormal, suspenda o uso do dispositivo.
Como acontece com a utilização de qualquer dispositivo retal, os seguintes eventos adversos podem ocorrer:
- Vazamento excessivo de fezes em volta do dispositivo
- Perda do tônus muscular do esfíncter anal, que pode causar disfunção temporária do esfíncter anal
- Necrose por pressão da mucosa retal ou anal
- Infecção
- Obstrução intestinal
- Perfuração intestinal
Instruções de Uso
A. Preparação do Dispositivo
1. Além do kit do dispositivo, serão necessários luvas e lubrificante.
2. Encha a seringa com 45 ml de água ou soro fisiológico. (Figura 4).
 Figura 4
| 3. Encaixe a seringa ao dispositivo para inflar o balão. |  Figura 5
| 4. Prenda firmemente a bolsa coletora ao conector na extremidade do cateter. (Figura 5) |
B. Preparação do Paciente
 Figura 6
| 1. Posicione o paciente em decúbito lateral esquerdo; se o paciente não agüentar, posicione o paciente de forma que o acesso ao reto seja possível. (Figura 6) |
2. Realize um exame de toque retal para avaliar a presença de fecaloma. Em caso positivo, a remoção do fecaloma e a nserção do dispositivo podem ser feitas a critério de um profissional da saúde.
C. Inserção do dispositivo
 Figura 7
| 1. Desdobre o comprimento do cateter, de forma que este fique estendido na cama, pendurando a bolsa coletora no pé da cama. Insira o dedo indicador protegido por uma luva no "bolso" do balão de retenção para orientação do toque durante a inserção do dispositivo. (Figura 7) |
Lubrifique o balão da extremidade do cateter. Segure o cateter e insira cuidadosamente a extremidade de balão no esfíncter anal até que o balão tenha passado pelo orifício externo e esteja bem dentro da cavidade retal.
2. Infle o balão com 45 ml de água ou soro fisiológico apertando lentamente o êmbolo da seringa. A câmara oval indicadora no dispositivo para inflar o balão se expandirá conforme o líquido for injetado. Essa expansão normal (Figura 8) deve diminuir quando o êmbolo parar.
Se a câmara indicadora permanecer excessivamente expandida (Figura 9) assim que o êmbolo parar, o balão não está sendo inflado adequadamente, o que provavelmente é resultado do posicionamento incorreto do balão na ampola retal. Nesse caso, use a seringa para retirar o líquido do balão, reposicione o balão na ampola retal e infle novamente o balão.
 Figura 8
|  Figura 9 |
 Figura 10
| 3. Remova a seringa do dispositivo para inflar o balão e puxe delicadamente o cateter de silicone maleável para se assegurar de que o balão está firme no reto e está osicionado contra a parede inferior do reto. (Figura 10) |
4. Posicione a extensão do cateter de silicone flexível ao longo da perna do paciente, evitando dobras e obstruções.
- Tome nota da linha indicadora de posição em relação ao ânus do paciente. Observe modificações na localização da linha indicadora de posição como forma de determinar a movimentação do balão de retenção no reto do paciente. Essa movimentação pode indicar a necessidade de reposicionamento do balão ou do dispositivo.
5. Pendure a bolsa pela tira em um local conveniente ao lado da cama.
D. Irrigação do Dispositivo
 Figura 11
| Se o cateter de silicone ficar obstruído por partículas sólidas, ele pode ser enxaguado enchendo-se a seringa com água, encaixando a seringa ao dispositivo de irrigação e apertando o êmbolo. (Figura 11)
Repita o procedimento quantas vezes forem necessárias para manter o funcionamento adequado do dispositivo. O enxágüe do dispositivo conforme descrito acima é um procedimento opcional, que deve ser utilizado apenas quando necessário para manter o fluxo desobstruído das fezes para a bolsa coletora. Se a repetição do enxágüe com água não fizer com que o fluxo de fezes através do cateter volte a ocorrer, o dispositivo deve ser examinado para verificar se não há obstrução externa (isto é, pressão causada por alguma parte do corpo ou parte do equipamento). Se não for detectada a fonte de obstrução do dispositivo, o uso do dispositivo deve ser interrompido. |
E. Remoção do Dispositivo
 Figura 12
| Para remover o cateter do reto, o balão de retenção deve ser esvaziado. Encaixe a seringa ao dispositivo de inflar o balão e retire lentamente toda a água do balão de retenção. (Figura 12)
Desconecte a seringa e descarte. Segure o cateter o mais próximo possível do paciente e deslize-o lentamente para fora do ânus. Descarte o dispositivo de acordo com o protocolo institucional para descarte de lixo hospitalar. |
F. Manutenção do Dispositivo
 Figura 13
| Troque as bolsas coletoras conforme necessário. Coloque a tampa em cada bolsa usada e descarte de acordo com o protocolo institucional para descarte de lixo hospitalar. (Figura 13).
Verifique o dispositivo com freqüência quanto a obstruções causadas por dobras, partículas fecais sólidas ou pressão externa. |
Orientações Gerais
O dispositivo pode ser trocado conforme necessário para a realização de avaliações normais do paciente.
Este dispositivo não é destinado ao uso durante mais de 29 dias.
Para informações completas, consultar as Instruções de Uso do produto ou contatar nosso Serviço de Atendimento ao Cliente.
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